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Pecados de estimação

Uma das coisas que somos mestres em produzir é o lixo. Não estou me referindo aos detritos que lançamos nas ruas da nossa cidade, mas ao lixo produzido em nossas almas - o pecado em si, o peso e culpa gerados por ele.

Carregamos o peso do pecado em nossas vidas e sempre fazemos uso daquele pecado de estimação, guardado "a sete chaves", e que tem por objetivo satisfazer nossos desejos mais secretos e vergonhosos. 

O que não nos foi informado é que a repetição desse ciclo (tentação - pecado - culpa - arrependimento) acaba gerando grandes vícios em nossa caminhada. E, por fim, acostumamos a viver carregando e fazendo uso desse lixo.

Pecados de estimação - O lixo nosso de cada dia

Precisamos nos apegar a Cristo e permitir que Ele tire o  peso de nossas costas. Porém, uma das consequências desse estilo de vida escravo, é fugir e se esconder d'Ele. Foi assim com Adão, no Jardim do Éden, e o mesmo acontece conosco.

Embora pareça algo fácil, mas, para aqueles que realmente querem ter uma vida reta com Cristo, confessar pecados ao Senhor é bem difícil. Ou escolhemos confessar e nos humilhar diante d'Ele, ou fugimos da presença d'Ele. A resposta automática da nossa alma é fugir do Senhor por causa da vergonha e culpa.

A vergonha de confessar o primeiro erro nos leva a muitos outros, portanto precisamos nos apressar para confessar a Cristo nossos pecados.

Ainda assim, o Senhor nos quer para Ele.
Sei que é difícil entender o amor de Deus... Como pode, mesmo cometendo pecados, Ele vir até nós disposto a nos perdoar, carregar sobre Ele o lixo e a culpa e nos dar o direito de caminhar livres novamente?

Isso se chama graça. É algo que, realmente, não merecemos, mas que Cristo realiza por nós...

"Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades, e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar." (Miquéias 7:19)

Esse deveria ser o ponto final da história... Porém, somos tão insensatos, que na nossa loucura decidimos "pescar" de volta pecados que já foram lançados nas profundezas do mar. Achamos que não somos dignos da liberdade que Cristo nos proporcionou e, novamente, voltamos à alguma das práticas antigas.

É preciso aceitar a liberdade!
Mas não nos sentimos dignos dessa liberdade... E usamos isso como desculpa para voltar ao pecado de estimação.

Me lembro de um conto interessante nesse momento:

"Existia numa feira livre, um  homem que vendia 10 codornas.
Elas estavam amarradas por uma das patas num arco de ferro, de forma que ficavam andando em círculo o tempo todo.

Outro homem piedoso, assistindo aquela cena, se compadeceu do sofrimento daqueles animais e comprou todas elas. Após ter comprado, resolveu soltá-las pelo simples prazer de vê-las em liberdade e não mais andando em círculo o tempo todo.

As codornas deram um longo vôo... Permaneceram juntas durando o vôo e depois de um tempo, pousaram debaixo de uma árvore. Como é bom ser livre!

Ao pousar, por estarem acostumadas com o estilo de vida que viviam por tanto tempo, mesmo sem estarem presas ao arco de ferro, continuaram a andar em círculos uma atrás da outra."

Somente conseguiremos ser livres, se nossa mente conceber a liberdade que Cristo nos proporciona.
Existe uma citação latina que diz: "Mens sana, corpore sano". Que significa: "Mente saudável, corpo saudável"

"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8:36) ou, como diz um filho do coração (João normalzinho 8:36). rsrs

Preciosos conselhos:
- Decida confessar a Cristo os pecados de estimação;
- Aceite Seu perdão e graça;
- Não pesque de volta os pecados que já foram lançados nas profundezas do mar pelo Senhor;
- Ore para que o Espírito Santo realize uma obra de regeneração em sua mente;
- Viva a liberdade de Cristo!


Um comentário:

  1. Que Deus abençoe o criador dessa página. Essas questões intimas, por serem intimas, acabam enraizando e sufocando o caráter espiritual das pessoas.

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